21/04/2009

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Silêncio

21/03/2009

Liberdade, segundo a minha Filosofia Banal...



A Liberdade é a maior vitude do homem e por isso, a mais cobiçada pelos vícios, ou seja, pelos males do mundo. Mas antes de tudo, precisamos ter a consciêcia do que é liberdade.
Liberdade é o meio pelo qual o homem escolhe seu próprio caminho e constrói sua história, porém para chegar a esse caminho, o homem precisa julgar entre o verdadeiro e o falso; observar a própria moral julgando atos passados, presentes e suas intenções futuras, sempre seguindo os caminhos e a prática do bem usando da sua liberdade com responsabilidade e consciência moral, isto é, ter a capacidade de responder e justificar seus atos. Nesse sentido devemos destacar o fato de que, quando não se tem escolha, quando se é coagido a praticar uma ação, enfim, quando se é forçado a não usar da racionalidade, é impossivel decidir entre o bem e o mal.
Para mim, todo o homem nasce livre, mas ao longo da vida é escravizado por conceitos e ideologias impostas pela sociedade e pricipalmente, por si mesmo, o que é piro. O homem, não tendo consciência de que é livre e do que isso significa, acaba se prendendo a paradigmas e vícios.
Portanto, a liberdade não pode ser apenas física no sentido que eu me visto, falo e faço o que quiser, pois se for assim qualquer ventania pode levar essa liberdade fajuta. O homem LIVRE é, principalmente, livre de espírito, coração e razão.Nenhum paradigma, ideologia, mal ou mesmo o outro homem pode tirar essa Liberdade.
A liberdade é digna e prrópria do ser humano. Não é como os direitos que são impostos como leis e não são cumpridos, ela é a realização maior do homem. Não é comparável, vendível ou discutível.
Poder dizer EU SOU LIVRE é a maior virtude que eu tenho em minha vida, o que de mais raro e importande há para a formação do meu ser. É simples assim: eu nasci livre e vou morrer livre.

Prefiro morrer de pé a viver sempre ajoelhado.
(Ernesto "Che" Guevara)

03/02/2009

Estrada

Quando eu era criança e viajava de carro com meu pai, sempre tinha medo dos dias de chuva, eu era pequena mas já sabia e já conhecia o que pode se considerar ruim. Eu segurava minhas mãos bem forte como se eu pudesse me proteger, na maioria das vezes eu dormia. Mas eu percebia que não era em vão pois quando eu acordava, ao olhar pela janela por entre as àrvores que pareciam correr, e os pássaros que pareciam voar na mesma velocidade que o carro, lá estava um lindo e magniifico arco-íris. Para aqueles que já conhecem um pouco de Física e entendem o que está por tras dum arco íris, pode não ter graça... Mas para os olhos de uma criança é mágico. Com o passar dos anos, os arco-íris vão sumindo (ou simplesmente não os percebemos), a sol parece ferir a nossa pele, as estrelas não tem mais tanto brilho ou simplesmente nós as esquecemos, lá no céu. Mas as tempestades? Essas continuam a surgir do nada, e quase nos afogam. Talvez seja uma lição que algo em algum lugar do mundo nos dá, para que possamos valorizar o que é bom, e eterno. Tão eterno quanto a esperança que não deve morrer afogada junto com essa tempestade, mas sim nadar enquanto houver ar nos pulmões, força nos braços e coragem no coração.

"Dum spiro, spero"

14/01/2009

O meu Sonho?


Voar!




Qual o Seu?


25/12/2008

Um Milagre


Desce as escadas correndo
E sem rodeios, encontra o fim
Então vê que...
Havia um sorriso amargo, mas havia!
Havia a incerteza, mas havia!
Nada mais lhe faltava, não estava enganado
Agora ele tinha tudo, tudo o que quis em toda a sua vida
Não havia mais o engano, era tudo o que ele queria
Ali, no fim de uma escada, no último degrau
Então, quanto tempo faz, você ainda se lembra
Da última vez que sorriu sincero?
Hoje sorri, no fim de uma escada, como nunca antes
Corre, desce as escadas, vê, sente e sorri
Não há mais nada de errado,
Aquele momento era tudo o que ele quis um dia
Não chora, não abraça
Apenas sorri, para o incerto e para o amargo
Vê, sente e sorri


18/12/2008

Voar!


Como Deus é cruel conosco, dá asas à pombos que não passam de ratos voadores e esquece-se de nós, que não passamos de Sonhadores!

07/12/2008

Ensaio sobre a Existência


Perguntaram-me: “Você acredita em Deus?”, prontamente pensei responder sim, porém, me questionei se aquela não era uma pergunta voltada para o autor dela. Afinal, quando perguntamos a uma pessoa se ela acredita em um ser supremo queremos, no entanto, que ela nos responda que sim, eu acredito no SEU Deus ou, para os ateístas, no fundo eles também querem que a nossa resposta seja positiva.
A próxima pergunta, se o autor dela fosse um ateu, seria: “O que é Deus pra você?”, bom eu poderia dizer-lhe que Deus é tudo, a natureza, os animais, a paz, a esperança, o amor. Porém, o meu amigo ateu me responderia, “Não, você não acredita nessas babaquices! Deus é um conceito criado pelos homens desde os tempos primitivos, por que o homem sempre precisou acreditar que existe algo ou alguém com poderes maiores que os seus. Deus surgiu da necessidade do homem de dominar a si próprio, já que dominar aos outros não era mais suficiente.”
Por mais lindo que seja o templo, por mais branco que seja o véu, eu sei bem que o Teu nome está sujo, mas não por tua ordem, e sim por que nós o quisemos, e assim fizemos em glória a Ti, o sujamos em todas as línguas.
Matamos, crucificamos, queimamos almas “hereges”, influenciamos as políticas, as sociedades, as culturas e oprimimos a verdade em Teu louvor. Mas alguém pediu alguma coisa? Talvez o próprio homem.
Criamos Deus para reger e abençoar nosso dia, e, no entanto, quem brinca de “pai, filho e espírito santo” somos nós, o seu poder se tornou a glória das igrejas que através da tua palavra salvam fiéis das escadarias e das praças e os levam direto ao inferno da hipocrisia, com o dinheiro daqueles que igualmente não tem muito.
Para quem estamos mentindo? Acreditamos estar sorrindo quando na verdade estamos chorando, até por que a luz do mundo tem se apagado no coração dos homens, o caminho da fé tem se perdido num labirinto. Criamos um deus, mas quem nos criou primeiro?
As histórias nos livros revelam uma civilização que nunca soube ser realmente humana, nunca soube amar ao próximo como a si mesmo, não amigo ateu, o cara lá de cima (quem?) não foi o patente dessa frase. O amor aqui apresentado é um sentimento esquecido pelo homem, mas próprio do homem. Não me refiro a um amor qualquer e vulgar, que é mais mercado capitalista que sentimento. Refiro-me ao amor sublime, que não cobra e não inveja, que não sufoca e que não ama em demasia, esse é o mor fraterno que nos une em um corpo e alma e que não dá e não tira nada de quem ama, pois quem ama com esse amor nada precisa.
Contudo nós, pobres vermes mortais, nos perdemos desse amor pleno e nos acorrentamos ao egoísmo. Onde está Deus, todo o seu poder? Preferia se não obtivesse o livre arbítrio, pelo menos em relação a este amor. Perdemo-nos, somos ovelhas desgarradas procurando o caminho de volta pra casa, mas a casa parece ter desmoronado.
Ás vezes me pergunto se acredito nas coisas que escrevo, volto e releio minhas palavras, são minhas mesmo? Elas parecem se contradisser e se baterem de frente, enquanto isso Tua resposta não vem - Deus tu existe?- mas o silêncio continua e a verdade já não é tão absoluta.
Quem és tu, homem criador, donde vens e pra onde vais? A lugar algum, ou a todos os lugares? Não vês então os erros que estamos cometendo? Estamos destruindo o mundo! Não agüento mais, tua justiça vem tardia e teus mandamentos já não cabem a razão. Onde esta o criador e onde esta a criatura, vamos nomear culpados? Creio que não, temos o livre arbítrio, podemos escolher o caminha do Bem e o caminho do mal, ou seja, depende apenas de nós escolhermos entre Deus e deuses (ou a falta deles), religião e fanatismo, verdade e mentira, entre eu e nós. Quero dizer, o caminho que escolhemos pode ser, para uns o bem, para outros o mal.
O importante não é se Deus joga dados com o mundo, mas se os dados são e por quem são jogados, o jogo é o mesmo e as peças também, o que muda são os jogadores. Eu posso acreditar no que meus olhos vêem e no que o coração sente, eu posso acreditar, mas posso também ter fé, como manipular o que somos e o que seremos, ou mais, como manipular Deus?
Se existe ou não, não cabe aqui dizer, mas a conclusão final nos remete aos mesmos questionamentos, entre o eu e o mundo, o que sinto e tenho fé, e entre o que me dizem e me fazem acreditar:
Seremos nós filhos de Deus, ou será Deus, filho de todos nós?