07/10/2008

Entre hospícios


Coagido pelo mal
A não amar, não viver
Sufoco a dor no peito, calado
Socorro, eu peço, em tristeza
.
Óh, céus, somos idiotas!
Perdemos a capacidade de amar
A capacidade de sonhar
Perdemos, perdemos
O amor, o sonho e a Vida
.
Quero fugir de mim
Para longe, num Hospício qualquer
Mas o que encontraremos lá
No horizonte, perdido?




"E agora eu era um louco a perguntar
O que é que a vida vai fazer de mim?"

6 comentários:

Cris Santos disse...

Olá Verônica :) Mundo estranho esse nosso, em que quem acredita e busca o amor, sonhos ou qualquer coisa além de trabalho e dinheiro é taxado de louco...
Mas será que loucos são eles ou quem metaliza os sentimentos?
Os verdadeiros psicoticos andam soltos nas ruas, mas estamos tão ocupados com a nossa rotina que nem percebemos, e deixamos a vida de lado, o maximo que enxergamos de nós mesmos é o reflexo distorcido no espelho...
Beijos!

julio de castro disse...

ah, o hospício...

Ana disse...

Somos geralmente o reflexo do que fazemos dela.

Isso quando ela se permite refletir.

Boa semana.

Johny Farias disse...

Legal, o que a vida faz de nós?
isso só o tempo vai dizer, mas o que nós fazemos dela é o que importa, vivemos, deve existir um paraíso escondido por ai.

Olha querida, tem selos pra ti no meu blog pega lá tá?

beijo's

L.S. Alves disse...

Uma existência sem amor pode até ser possível, porém, será que podemos chamar isso de vida?

Siegrfried disse...

Versos fortes, imagem escura... Cada dia aproxima-se mais e mais do dark hein?
Verdade seja dita, eu gostei imenso...